Heeeeey, tudo bom?
Gente, perdoem-me por sumir todo esse tempo!!!!
Minha vida virou de cabeça para baixo, a faculdade me sufocou e eu não consegui conciliar as coisas que aconteciam com o blog, principalmente porque não tinha postagens prontas, então não era só chegar aqui, logar e upar para vocês.
Eu tive alguns problemas pessoais e fiquei doente também então já viu, né? Cagou tudo. Mas é só levantar, sacudir a poeira e voltar de onde parei. Ou pelo menos tentar...
Não quero me alongar muito, mas saibam que eu estou viva, não tão bem de saúde assim, mas vai ficar tudo bem, se Deus quiser!!
Beijos à todos,
Maey M.
sábado, novembro 07, 2015
domingo, julho 12, 2015
Livro: O Pressentimento do Dragão - Resenha
Postado por
Maey M.
Heeey!
Tudo bom?
Vocês estão lembrados da whishlist que eu fiz e postei aqui no blog, com os livros que eu queria ler esse ano? (Se você não viu, clique aqui)
Pois é... Conforme o tempo foi passando, fiquei atarefada com as coisas do blog e da faculdade, acabei ficando com preguiça de ler online e me desestimulei. :(
Tirei um dia pra arrumar as pilhas de livros guardados aqui em casa. Fui separar alguns pra doar e acabei achando um livro que me surpreendeu.
Kôra - O presentimento do dragão é um livro muito interessante. É nacional mas conta sua história tipicamente como os livros americanos. Tem vários acontecimentos sobrenaturais suspeitos acontecendo em Burton, uma cidade pacata dos EUA, e, no meio disso tudo, acontece uma linda e conturbada história de amor entre Kôra e Herodes, o casal protagonista. Depois de muitos obstáculos, eles se apaixonam e conseguem ficar juntos. Mas se até na vida real, tem sempre alguém ou alguma coisa que atrapalha um casal que se ama de ficar junto, nos livros não poderia ser diferente. Como sempre a vida imitando a arte ou a arte imitando a vida, #WhoKnows.
Bom, não vou contar mais se não vou acabar dando spoiler. Ah, e uma coisinha: O livro tem continuação! \o/
Então Kora - o pressentimento do dragão (primeiro volume) é seguido por Kôra e a Masmorra de Atro.
Vocês podem encontrar no site da Saraiva e do Buscapé. Essa é a minha recomendação e espero que vocês gostem do livro tanto quanto eu.
Boa Leitura!
Tudo bom?
Vocês estão lembrados da whishlist que eu fiz e postei aqui no blog, com os livros que eu queria ler esse ano? (Se você não viu, clique aqui)
Pois é... Conforme o tempo foi passando, fiquei atarefada com as coisas do blog e da faculdade, acabei ficando com preguiça de ler online e me desestimulei. :(
Tirei um dia pra arrumar as pilhas de livros guardados aqui em casa. Fui separar alguns pra doar e acabei achando um livro que me surpreendeu.
Kôra - O presentimento do dragão é um livro muito interessante. É nacional mas conta sua história tipicamente como os livros americanos. Tem vários acontecimentos sobrenaturais suspeitos acontecendo em Burton, uma cidade pacata dos EUA, e, no meio disso tudo, acontece uma linda e conturbada história de amor entre Kôra e Herodes, o casal protagonista. Depois de muitos obstáculos, eles se apaixonam e conseguem ficar juntos. Mas se até na vida real, tem sempre alguém ou alguma coisa que atrapalha um casal que se ama de ficar junto, nos livros não poderia ser diferente. Como sempre a vida imitando a arte ou a arte imitando a vida, #WhoKnows.
Bom, não vou contar mais se não vou acabar dando spoiler. Ah, e uma coisinha: O livro tem continuação! \o/
Então Kora - o pressentimento do dragão (primeiro volume) é seguido por Kôra e a Masmorra de Atro.
Vocês podem encontrar no site da Saraiva e do Buscapé. Essa é a minha recomendação e espero que vocês gostem do livro tanto quanto eu.
Boa Leitura!
quinta-feira, junho 04, 2015
Assombros e suspiros
Postado por
Maey M.
Para ser bem sincera e deixar toda essa palhaçada de lado, eu gostaria de te dizer, hoje, frente a frente, cara a cara que já me cansei.
Já me cansei de mim, cansei de ouvir meus anseios, cansei de sentir dor dentro de mim, bem naquele espacinho que você costumava ocupar. Não aguento mais me ouvir suspirar pelos cantos da vida, insatisfeita e lamentando minha falta de sorte, o que, na verdade, não sei nem se posso assim chamar.
É um fardo bastante pesado e que não consigo aliviar de meus ombros cansados, por mais que passem os dias e que eu me esforce muito para isso. O tempo avança por meus olhos, ávido e sedento por mudanças, porém eu continuo aqui, parada sem conseguir achar minha própria Paz. Aquela que você roubou quando decidiu sair e nunca mais voltar a entrar pela porta da minha alma.
A cada vez que, com muito e intenso esforço, consigo avanças e afugentar você dos meus pensamentos do dia, basta que a noite chegue, sorrateira e silenciosa, e eu adormeça, para que os seus fantasmas me atormentem onde até eu achava que me sentiria mais segura: os meus sonhos.
Não suporto me lembrar do seu rosto indiferente e duro a cada palavra que eu dizia e a cada lágrima que transbordava dos meus olhos. Lágrimas essas que até hoje me visitam quando a saudade insiste em se acomodar entre a alma e o coração.
Tenho vontade de gritar bem alto para ver se você acorda, dizendo que é suicídio viver assim, tomando doses homeopáticas de morte diluídas em uma xícara de café bem quente. É continuar a entregar a minha vida a alguém que não quer conduzi-la de nenhuma forma possível. É matar de desgosto a própria alma.
Minha varanda já sabe de cor todos os meus discursos melancólicos, minha xícara de café já decorou o som das minhas palavras assim como o vento também já sabe como enxugar minhas lágrimas. Tudo não passa de uma dor silenciosa e palpitante que acompanha meu caminhar incorporada a minha sombra de dia, de noite, em qualquer lugar.
Parece até que eu não tenho mais rumo quando ando pela rua. Meus passos sempre me levam a porta da sua casa, agora abandonada e vazia, e me vendo assim, sinto-me confortavelmente semelhante a ela. As nossas fotos continuam nos portarretratos, só que agora sujos e empilhados ao lado da lareira.
Me pergunto quando isso há de passar e trazer boas lembranças a minha mente e sorrisos felizes aos meus lábios...
Por enquanto, essas e muitas outras respostas eu ainda não descobri e anseio em saber quando eu irei me sentir em casa novamente.
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